Novo ministro foi nomeado na semana passada, mas ainda não tomou posse.

Carlos Alberto Decotelli da Silva, escolhido para ser ministro da Educação Reprodução Integrantes da ala ideológica tentam convencer o presidente Bolsonaro a desistir da nomeação de Carlos Alberto Decotelli, após as inconsistências apontadas no currículo do indicado para comandar o Ministério da Educação. Decotelli afirma que Bolsonaro o questionou sobre currículo, nega plágio e diz que segue ministro A escolha de Carlos Alberto Decotelli foi apadrinhada pelo almirante Rocha, um dos mais próximos assessores do presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto -- e foi chancelada pelo ministro Braga Netto, da Casa Civil, além de ter o apoio de Augusto Heleno, do GSI. Portanto, uma vitória da chamada ala militar no MEC, que, com Abraham Weintraub, estava comandado pela ala ideológica. Nesta segunda, após a repercussão das inconsistências no currículo de Decotelli, integrantes da ala ideológica, nos bastidores, culparam a Abin por não ter identificado previamente as falhas. A Abin, comandada por Alexandre Ramagem, responde ao general Augusto Heleno, que chancelou a ida de Decotelli para o MEC. Para assessores presidenciais, apesar de Decotelli garantir que será ministro, Bolsonaro reavalia a indicação. Nas palavras de um auxiliar de Bolsonaro, a ideia é convencer o presidente a escolher um nome com o mesmo perfil, e que não seja “olavista e indicado por Weintraub”.